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Como prevenir e tratar a queima de luz em cannabis?

31 January 2020
A queima de luz pode afetar seriamente as plantas de cannabis se não for tratada. Veja neste artigo como prevenir e tratar suas plantas.
31 January 2020
12 min read
Como prevenir e tratar a queima de luz em cannabis?

Conteúdos:
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  • 1. Como identificar a queima de luz
  • 1. a. Clareamento dos buds
  • 1. b. Folhas amarelas
  • 2. Posicionamento das luzes
  • 3. O que é queima de luz?
  • 4. Como identificar a queima de luz?
  • 5. Como prevenir a queima de luz?
  • 5. a. Use um luxímetro
  • 5. b. Low-stress training
  • 5. c. Método de amarração (tie-down)
  • 5. d. Scrog
  • 6. Recuperação de plantas com queima de luz
  • 7. O que pode influenciar a queima de luz?
  • 7. a. Baixa umidade
  • 7. b. Temperaturas elevadas
  • 8. Conclusão

A queima de luz ou clareamento por luz é um problema sério se você tem um ambiente cheio de plantas de cannabis. A luz serve como alimento para as plantas, mas também pode ser um problema se for em excesso. Pense assim – os humanos precisam de comida para obter energia, mas o que acontece se você comer demais? Isso mesmo, você terá vários problemas, de obesidade a diabetes. Da mesma forma, as plantas de cannabis usam a luz como alimento, mas se você instalar luzes demais ou posicioná-las muito perto das plantas, pode acabar clareando suas plantas.

Antes de prosseguir, é importante saber a diferença entre queima de luz e estresse luminoso. Como o nome sugere, a queima de luz causa danos aos tecidos resultando diretamente do calor emitido pela fonte de luz. Embora algumas luzes, como LEDs, produzam pouco calor, outros tipos de lâmpadas geram calor suficiente para queimar as folhas quando estão próximas demais. Em contraste, o estresse luminoso (outra condição que pode afetar negativamente o desempenho das plantas e os rendimentos), é causado por excesso de luz, sem que o calor desempenhe papel relevante na equação.

Tecnicamente falando, sementes feminizadas não podem receber luz demais. Porém, as plantas não fazem fotossíntese de graça! Para converter luz em açúcares vitais, as plantas também precisam de quantidades adequadas de água e dióxido de carbono. Quando expostas a muita luz, as plantas precisam desses recursos em níveis aprimorados. Por isso alguns cultivadores adicionam dióxido de carbono suplementar ao espaço de cultivo. O crescimento acelerado sob luzes fortes também requer níveis mais altos de macro e micronutrientes. Quando um cultivador submete a planta a fontes muito fortes de luz mas não aumenta água, CO2 e nutrientes, as plantas sofrem estresse luminoso. Os sintomas incluem folhas amareladas e marrons. Agora você conhece as principais diferenças entre o estresse luminoso e a queima de luz. Então, vamos aprender mais sobre a queima de luz! Se você notar que suas plantas estão sofrendo, continue lendo para saber como prevenir e tratar a queima de luz na cannabis.

1. Como identificar a queima de luz

A queima de luz é relativamente fácil de identificar pois os sintomas são evidentes. Ao lidar com a queima de luz, suas plantas de cannabis apresentam folhas ou flores amarelas quase brancas. Aprender sobre os sinais de diferentes condições ajudará você a se destacar como cultivador, seja iniciante ou veterano experiente. Conhecer os sintomas ajuda a identificar rapidamente uma série de problemas, incluindo sinais de pragas, doenças e deficiências nutricionais. Depois de saber como são os sintomas, você saberá exatamente como cuidar das suas plantas preciosas.

O mesmo se aplica à queima de luz. Esta condição apresenta sintomas muito reconhecíveis que servem como alerta para reorganizar o ambiente de cultivo. Se você identificar esses sinais cedo, terá o poder de minimizar danos e aumentar as chances de colheitas saudáveis e bem-sucedidas. Então, vamos entender por que isso acontece. 

Clareamento dos buds

Um dos sintomas mais fáceis de identificar a queima de luz é o clareamento dos buds. Isso normalmente ocorre nos buds superiores quando as luzes estão muito próximas da copa, fazendo com que as flores fiquem completamente brancas ou albinas. Apesar de parecerem interessantes, na maioria dos casos, seus buds perdem potência e sabor, pois a luz de alta intensidade degrada os terpenos e canabinoides, fazendo com que o gosto fique parecido com feno em alguns casos. Lembre-se de que não é apenas a queima de luz, temperaturas excessivas também degradam terpenos e canabinoides.

Folhas amarelas

Os sintomas de queima de luz também incluem o amarelamento das folhas grandes, mas pode ser mais difícil identificar se suas plantas estão sofrendo queima de luz por este motivo, já que o amarelecimento das folhas também pode ser deficiência de nutrientes. O principal ponto é que a queima de nutrientes geralmente começa pela base, enquanto a queima de luz aparece no topo, e as folhas não parecem doentes, apenas descoloridas. Não são só esses fitoquímicos particulares que ficam danificados ou se perdem. A cor branca começa a aparecer porque a própria clorofila é danificada pelo calor da lâmpada.

Caso você não saiba, clorofila é um pigmento presente nos tecidos vegetais e está no centro do processo de fotossíntese. Ela parece verde aos olhos humanos porque reflete luz verde. Quando danificada, o tecido vegetal fica branco ou amarelo ao invés de verde. Felizmente, a queima de luz quase sempre é localizada na parte mais alta da copa, próxima demais da fonte de calor. Depois de ajustar a distância da luz, parte do tecido na copa pode ter a chance de se recuperar. 

2. Posicionamento das luzes

Não importa se você cultiva sob HPS ou LEDs, sempre siga as recomendações do fabricante, pois se você não tiver paredes refletoras ou muitas luzes, a intensidade luminosa será reduzida e pode acabar afetando sua colheita.

Paredes refletoras

Embora a distância das luzes possa afetar a colheita, isso pode mudar ao utilizar paredes refletoras, pois elas refletem a luz de volta para as plantas, reduzindo a perda de luz ao mover as lâmpadas para cima.

 

Light burn: reflective walls

Paredes refletoras ajudam a direcionar toda a luz para as suas plantas.
 

Isso significa que ao usar paredes refletoras eficientes, você pode posicionar as luzes mais altas sem perder tanta intensidade luminosa quanto perderia sem elas, pois a luz refletida atingirá sua planta de vários ângulos, permitindo uma penetração mais profunda pela copa.

Luzes sobrepostas

Se você utiliza muitas luzes em um ambiente com paredes refletoras, é mais eficaz colocá-las mais altas pois as plantas receberão luz de vários ângulos, melhorando a penetração de luz e consequentemente os rendimentos.

 

Light burn: overlaying lights

Ter várias luzes em combinação com paredes refletoras é a melhor maneira de aproveitar ao máximo os seus equipamentos de iluminação.
 

Obviamente, isso é mais indicado para cultivadores comerciais que podem investir em salas de cultivo com diversas luzes, porém alguns cultivadores domésticos têm grow tents grandes e podem se beneficiar das paredes refletoras e vários equipamentos de iluminação.

3. O que é queima de luz?

Queima de luz nada mais é do que o clareamento causado pela luz: você perceberá que as folhas próximas demais da lâmpada ficam brancas ou parecem desbotadas. Plantas cultivadas ao ar livre não apresentam queima de luz porque o sol está muito longe da Terra para queimá-las e a cannabis evoluiu por séculos e se adaptou o suficiente ao sol para não ser queimada.

 

Light burn: signs

Canopy de cannabis com queima de luz.
 

No entanto, a queima de luz pode ocorrer em ambientes internos. Quando folhas e até mesmo buds começam a ficar brancos ou queimados pelo fato das luzes estarem muito próximas das plantas, isso significa que o calor está tão intenso que as plantas não aguentam. Mesmo que buds brancos pareçam incríveis, isso indica que eles estão danificados. A luz muito próxima degrada a resina e os canabinoides. Você já deve saber que o calor mata plantas, e com os buds não é diferente, na verdade, além de inutilizáveis para fins medicinais e recreativos, o sabor desaparece e a fragrância também deteriora.

 

Light burn: bleaching

Clareamento do bud de cannabis.
 

Folhas amarelas também podem indicar queima de luz em alguns casos, mas não confunda com deficiência de nitrogênio pois são parecidas. Na deficiência de nitrogênio, o amarelamento começa pela base da planta e sobe, além disso, as folhas ficam caídas e caem sozinhas. Por outro lado, na queima de luz as folhas ficam crocantes e são difíceis de destacar, folhas que ficam marrons e secas também indicam queima de luz. É uma combinação de calor e luz em excesso que frita as folhas e as torna inúteis para a planta.

4. Como identificar a queima de luz?

Sintomas iniciais da queima de luz podem ser confundidos com estresse térmico ou deficiência de nitrogênio, então é melhor se certificar do que realmente está acontecendo antes de agir. Se suas plantas estão sofrendo com queima de luz, você notará estes sintomas:

  • Folhas apontando para cima.
  • Clareamento das folhas e buds, podendo se apresentar em partes brancas ou amarelas próximas à luz.
  • Folhas amarelas, mas as nervuras permanecem verdes. 

5. Como prevenir a queima de luz?

Prevenir é melhor do que remediar, como dizem. Ou seja, você deve tentar evitar a queima de luz ao invés de apenas tratá-la. Primeiro, a queima depende do tipo de luz que você usa; por exemplo, um CFL posicionada até 25cm da planta não causa danos, e o mesmo vale para luzes fluorescentes ou T5, pois não são tão potentes e não emitem muito calor. Porém, algumas lâmpadas HID e LED posicionadas mesmo a 25cm das plantas podem levar elas à morte.

 

HPS Distância
150w 20cm
250w 30cm
400w 40cm
600w 50cm
1000w 60cm

 

Em segundo lugar, determine a potência do sistema de iluminação que você utiliza. Por exemplo, um LED de 50W pode não ser tão prejudicial, mas um LED de 1000W causará consequências desastrosas se estiver muito próximo das plantas. Luzes HID são muito potentes mesmo em baixas potências; outro problema é que emitem calor demais, o que pode ser insuportável para as plantas. Lembre-se ainda que não se pode posicionar as luzes muito longe das plantas. Se ficarem muito afastadas, as plantas não terão luz suficiente para crescer bem! Considere tanto HPS quanto Metal Halide na mesma categoria. 

 

LED Distância
200-400w 13cm
400-600w 58cm
600-800w 83cm
800-1000w 90cm
+1000w 100cm

 

Em caso de dúvida, leia também as instruções do fabricante, e agora que existem LEDs COB, a distância entre as luzes e as plantas pode ser diferente. LEDs COB são muito potentes. É melhor garantir e posicionar as plantas alguns centímetros mais longe durante o estágio vegetativo para ver como se comportam. Se notar que estão sofrendo, é sinal de que você deve afastar as luzes. Porém, se perceber que estão esticando demais, aproxime as luzes. Caso nada funcione e suas plantas não se recuperem, remova algumas lâmpadas. Lembre-se que cerca de 100w por metro quadrado é luz suficiente, e se não houver espaço no teto e não for possível afastar as luzes, você pode treinar as plantas usando técnicas de LST.

Use um luxímetro

Se você não quer adivinhar, é altamente recomendado usar um luxímetro para medir quanta luz as plantas estão recebendo. Para quem nunca ouviu falar, o lux é a medida do fluxo luminoso por metro quadrado. Assim, um luxímetro basicamente pesquisa a intensidade da luz e é essencial para cultivadores que querem fornecer a quantidade ideal, já que o aparelho determina se as plantas recebem luz demais, de menos ou o suficiente.

Lembre-se de que recomenda-se entre 35.000 - 70.000 lux para plantas no estágio vegetativo e de 55.000 - 85.000 durante o estágio de floração. Se estiver em dúvida se os sintomas em suas plantas são causados por queima de luz, use um luxímetro para medir. Se o lux estiver muito alto ou baixo, ajuste a distância da luz até a copa e isso deve resolver o problema.

E quanto às autoflores?

Autoflores ainda precisam de muita luz, o que significa que seus requisitos de lux são basicamente iguais aos das fotoperiódicas, claro, isso depende da strain mas você pode usar isso como referência.

 

Lux recomendado para autoflores
Estágio de plântula 5.000 - 7.000 lux
Estágio vegetativo 15.000 - 50.000 lux
Estágio de floração 45.000 - 65.000 lux

 

Lembre-se que autoflores nunca devem ultrapassar 75.000 lux a menos que você esteja injetando CO2 ou usando uma strain que tolere isso, pois a maioria começará a mostrar sintomas de queima acima de 75.000 lux. E lembre-se, isso é apenas uma referência e pode variar conforme sua configuração e tipo de luminária, mas é uma base para ajudar a manter suas autoflores saudáveis.

Low-stress Training

Low-Stress Training é um método em que você dobra os caules para o lado do vaso para que a luz penetre melhor na copa. Como você vai dobrar os caules para baixo, a distância entre a luz e as plantas automaticamente se reduz. Mas saiba que os caules tentarão voltar e enfrentar a luz, então utilize fitas ou arames para mantê-los no lugar. Desde que não machuque a planta, você pode usar LST à vontade. LST funciona muito bem em autoflores, mas use apenas durante o estágio vegetativo. Afinal, é uma técnica que pode causar estresse na planta, então evite realizar qualquer estresse durante a floração.

 

Light burn: lst

LST pode ajudar a modelar a estrutura da sua planta e evitar a queima de luz.

Método de amarração (Tie-down)

Como dito acima, LST é um método no qual você abaixa os galhos para controlar a altura e modelar a estrutura da planta a fim de melhor acomodar na grow tent, e o método de amarração é o mais conhecido e barato de todos. Consiste em amarrar os galhos nas laterais, fazendo com que a planta cresça para os lados ao invés de crescer para cima, atingindo resultados semelhantes ao SCRoG, porém permitindo que você modele a planta da forma que quiser.

SCRoG

Screen of green (também conhecido como SCRoG) é uma técnica LST feita para controlar a altura e aumentar os rendimentos. Assim como a amarração, consiste em abaixar os ramos, promovendo uma copa bem aberta para que a luz atinja todos os sítios de floração igualmente, melhorando a produção e o crescimento.

6. Recuperação de plantas com queima de luz

Não existe tratamento para a queima de luz ou uma forma de recuperar a planta de cannabis totalmente, mesmo se seus buds estiverem branqueados você ainda pode fumá-los, ou então remover a parte branqueada e consumir o resto. Não importa se foi uma queima por LED ou HPS, a queima de luz na maconha não significa que seus buds não são adequados para consumo, mas eles não terão tanto efeito e nem sabor ou aroma agradáveis.

 

Light burn: recovery

Luminária na altura certa acima da copa.
 

Às vezes, inclusive, as folhas ficam completamente brancas, nesses casos o dano é tão grande que já é tarde para salvá-las – mas isso não significa que você deva jogar sua planta fora; apenas não será possível reverter o dano. Se notar logo nos primeiros sinais de folhas ficando brancas, você terá sorte. Primeiramente, afaste as luzes e regue as plantas para ajudar a repor a umidade perdida e também instale ventiladores para reduzir o calor das lâmpadas.

É por isso que a maioria dos cultivadores evita lâmpadas HID. Elas são potentes, sem dúvida, mas o calor gerado é excessivo para as plantas e você será obrigado a usar ventiladores potentes. Com LEDs, o calor é bem menor e, como a maioria dos modelos novos tem ventiladores acoplados, a dissipação térmica não será um grande problema.

 

Light burn: recovery

Você pode remover as partes branqueadas da planta ou até mesmo podar o topo para evitar que ela chegue muito próxima da luz.
 

Retire as folhas das plantas que estiverem ficando brancas porque elas vão estressar a planta ainda mais. Se as plantas forem jovens e ainda estiverem no estágio vegetativo, pode ajudar cortar os topos. Esse método – conhecido como Topping e Fimming – também reduz consideravelmente a distância entre a luz e a planta. É claro, os topos voltarão a crescer, mas você pode combinar LST e topping para garantir que suas plantas não fiquem muito próximas da luz.

7. O que pode influenciar a queima de luz?

Se você está sofrendo com queima de luz, saiba que há outros fatores a considerar – geralmente, quando suas plantas estão queimando pelo excesso de luz, o ambiente de cultivo apresenta temperaturas altas e baixa umidade.

Baixa umidade

A umidade ideal varia conforme o estágio em que a cannabis se encontra: deve ser cerca de 70% no estágio vegetativo, cair para 60% durante o pré-flor e a primeira metade da floração e depois chegar a 50% nas últimas semanas de floração.

 

Light burn: humidity

Manter a umidade correta ajuda a evitar sintomas de estresse térmico.
 

Se você não conseguir ajustar a umidade, suas plantas podem sofrer estresse térmico e ficam mais vulneráveis à queima de luz, por isso é essencial ter um termohigrômetro para medir umidade e temperatura e fazer os ajustes necessários.

Solução

Se você cultiva ao ar livre, não precisa se preocupar com queima de luz, obviamente a umidade pode afetar o crescimento mas suas plantas não sofrerão com queima de luz. Agora, se for cultivo indoor, você pode usar um umidificador se busca uma solução de longo prazo ou apenas colocar baldes de água dentro da grow tent – não é o ideal e pode atrair insetos, mas é uma alternativa barata e fácil para aumentar umidade por tempo limitado.

Temperaturas elevadas

A faixa ideal para cultivo de cannabis é entre 18-25°C; se você estiver tendo queima de luz, provavelmente está tendo problemas para manter a temperatura correta. Lembre-se que suas plantas mostram se não estão felizes mesmo antes dos sintomas, então é fundamental garantir condições adequadas de cultivo para evitar problemas.

 

Light burn: air circulation

A circulação de ar adequada é fundamental para lidar com temperaturas altas.

Solução

A solução para alta temperatura geralmente envolve aumentar a circulação de ar e posicionar as luzes mais altas; se não for possível, um ar-condicionado pode ser necessário, mas na maioria dos casos é possível resolver sem grandes gastos. Outra maneira é regar com mais frequência usando menos água, garantindo plantas sempre hidratadas para lidar melhor com o calor, embora não seja tão eficaz quanto ajustar altura das luzes ou aumentar a circulação.

8. Conclusão

Lembre-se que a queima de luz em cannabis não é uma doença como mofo ou vírus do mosaico do tabaco: a queima ou clareamento é um sintoma que aparece quando o sistema de iluminação é forte demais ou as colas crescem demais e encostam nas luzes. Isso é mais comum com lâmpadas, mas também pode ocorrer com LEDs de alta qualidade, então garanta espaço horizontal suficiente e saiba aproximadamente qual altura suas plantas terão antes de iniciar o cultivo.

Não é um grande problema, pois pode ser solucionado com técnicas de LST ou apenas ajustando as luzes, mas como sempre, é melhor prevenir do que remediar. A distância entre a fonte de luz e a copa é vital para o desenvolvimento da planta, se as luzes estiverem muito altas suas plantas não crescerão direito e se estiverem muito próximas podem causar danos. Por isso, teste até encontrar o ponto ideal. Se você já cultivou cannabis tanto com HPS quanto LED, sinta-se à vontade para compartilhar suas dicas e truques com outros cultivadores, deixe seu comentário abaixo!

 



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